sexta-feira, 30 de abril de 2010
terça-feira, 27 de abril de 2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
sábado, 3 de abril de 2010
Não consigo deixar de negar que ás vezes sento a necessidade de ser dominado. De ter uma forma superior a mim que controla o meu destino, a minha dor, a minha tesão, a mim.
Não o vejo como um culto ou algo de anormal, vejo como uma inteligente escapatória da infernal estupidez que decorre as nossas vidas.
Se era capaz? bastante, não acontece porque não o procuro, prefiro que seja algo espontâneo e que venha no meio do romance.
Sim concordo que a relação mestre-escravo é um romance, é uma necessidade, é uma maneira de sentir emoções sem sermos nós a controla-las.
"can you feel that?" - smoke city
Sentir, acima de tudo tenho a necessidade de sentir, sentir coisas que não consigo controlar, como a dor, a angustia e a felicidade.
Por pouco não me desloquei para londres para viver uma vida de "escravatura-voluntária". Acima de tudo fui um hipócrita na minha decisão. Queria rebaixar-me a um mestre, mas não queria ter de me deslocar até ele.
Por muita ironia ou hipocrisia que tenha existido na minha decisão continuo a concordar que fiz bem em não ir. Queria quebrar da minha zona de conforto, mas não logo tudo de uma vez.
Sou um pleno apologista do Sado-Masoquismo, vejo nele valor e acima de tudo a grande de capacidade de entrega das pessoas é aquilo me desperta a vontade.
(não conseguir-me entregar a outros já é outra conversa)
"Quando não somos humanos, somos corpos. Usa-los ou não depende do interesse que temos nele..."
"don't you know what i am, cause i don't know what it was"
Num estilo urbano tento consquistar o meu lado de escritor inspirando-me em smoke city,
"After the rain comes sun, after de sun comes rain again"
"i touch your soft skin"
"with you i felt love, with you i felt pain"
"inhalle and being inhalle too"
Não consigo, estou distraído com erica e os suaves tons bossa nova electronica de smoke city.
urbanismo.
urbanístico.
urbanizador.
urbanizante.
urbano é desculpa para mundo fechado, mundo que só se vê a si mesmo.
digamos estilo urbano.
Sérgio roxo, o novo urbanista ?
talvez agora.
"7, 5, 6, 301, thats three hundred and one, 6 e 23, six and twenty-two, trinta oito"
"9, 10, 11, 12, 13, 14, que vem agora? quinze, 15, não é quinze?"
"isn't it beautiful out here?"
"yeah"
"cool and calm, mister gorgeous, walks up to the bar, and orders in, has he pass it by they all sight, aiiiii"
"ai, ai, ai, ai"





