sonhos apedrejados,
sombras e desilusões,
enchem o meu cérebro.
Saudades de quem se ama,
nem sempre nos consegue,
encher a alma,
Somos atribuídos a estranhos,
desconhecidos com cadastro,
de emoções e estragos,
Vivemos sobre a sua vontade,
crueldade ou até mesmo,
felicidade,
Sabores agridoces,
tentativas de desgosto,
corações soltos,
Penetrados ou crucificados,
desmentimos o que sabemos,
salientamos o que nos pertence,Ruem as estradas,
caminhos antigos,
abrem novos,
Viajamos para as nuvens,
e depois saltamos,
descontraídos,
Pisaremos os solos férteis,
das roseiras apodrecidas,
das plantas florescidas,
Olhamos em frente,
com espinhos dentro,
sangue,
Secos e transbordados,
somos todos apreciados,
por mais que violados,
Alegremente mentimos,
apesar de feridos,
estamos vivos,
Ventos trazem noticias,
novos rumos,
e por estes rezamos,
Irtos de tantas bolhas,
conduzimos sem olhar para trás,
e decerto chegaremos,
Feito e dito,
cá te explico,
ele vem aí.
2 comentários:
"conduzimos,
e decerto chegaremos,"
*
"conduzimos ,
e decerto chegaremos,"
*
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